Um dia disse que não podia continuar contigo só porque sim, só porque já namorávamos há muito tempo...
Hoje, mais que nunca, percebo que eras o equilíbrio, que hoje, falta na minha vida!
E serás, para sempre, o tal!
"Maybe in the future, you're gonna come back, you're gonna come back
around
Maybe in the future, you're gonna come back, you're gonna come back
The only way to really know is to really let it go
Maybe you're gonna come back, you're gonna come back, you're gonna
come back to me"
Ingrid Michaelson - Maybe
Porque ontem imaginei que me voltavas a beijar, e senti um arrepio pelo corpo todo!
Acabo de ver as notas de dois questionários sobre as aulas práticas de Bioquímica II. Num chumbei, como já esperava, e noutro tive quase nota máxima. (Como vamos fazer 5 e só contam os 4 melhores, ainda estou 'em jogo').
Mas sabem o que me irrita mesmo? É que a prof. ameaçou a turma toda que ia anular as fichas a quem não parasse de escrever, a partir do momento em que ela começasse a recolher. E não é que uma colega resolve chorar? (Estamos no ensino superior, ou no primário?) E o que faz a professora? Dá-lhe mais tempo, enquanto que o resto da turma é ameaçado! E não é que a dita chorana teve nota média numa ficha e quase nota máxima na outra?
Para a próxima quem chora sou eu! Quem é que me garante que com mais 5 minutos não teria conseguido positiva na ficha que chumbei?
Odeio estas coisas! Ninguém deveria ser beneficiado em relação aos outros.
É por estas e por outras que a minha desmotivação cresce em sentido ascendente.
E porquê que eu reparo sempre nestas coisas, quando mais de metade da turma não deu conta?
Pensei ser este o curso mais indicado para mim, mas...
Mas é demasiado teórico...
Mas não consigo ver resultados, depois de tanto esforço...
Mas ocupa demasiado o meu tempo...
Mas deixa-me aborrecida ter que estudar para determinadas frequências, ou mesmo todas... Chego ao cúmulo de comprar esferográficas novas, para ver se o entusiasmado de ter uma caneta nova me deixa mais animada para estudar. (E resulta, mas só durante a 1ª hora)
Mas prefiro fazer outra coisa qualquer, do que andar à procura de coisas relacionadas com o curso...
Há matérias que me entusiasmam, é verdade! Mas isso não chega!
Passo demasiado tempo fechada naquela escola minúscula. Perco a paciência para aturar os outros, até chego a perder a paciência para me aturar a mim mesma...
A vontade de estudar torna-se cada vez mais reduzida...
Não páro de me questionar se estarei no curso certo! Mas a verdade é que não me imagino noutro curso. Eu gosto muito da área de saúde, e dietética e nutrição, é uma das áreas que mais me entusiasma. Mas, então se é assim, porque é que não me sinto feliz com esta vida?!
Acho que precisava de algo mais prático, em que pudesse verificar evoluções imediatas.
Talvez algo mais relacionado com as áreas de artes, em que me mexesse mais durante os dias.
Estou farta de passar 4 horas, encafuada numa sala escura a ver passar diapositivos e a tirar apontamentos. Preciso de sentir a vida com outra intensidade, preciso de sentir a brisa na minha face, preciso de sentir a chuva a cair-me no cabelo, preciso de estar em contacto com a Natureza para me sentir viva.
Estou farta de andar com dores nas costas por passar demasiado tempo sentada. Estou farta de aulas seguidas sem intervalos, para conviver com pessoas e trocar experiências de vida, estou farta de conversas sempre em ronda do tema 'escola'.
Talvez por isso, a melhor parte do meu dia, é quando ponho a música aos berros, para me sentir viva, e deixo-me levar pelo ritmo, ou quando agarro no meu mp3 e saio para a rua e ponho-me a caminhar, sem destino, apenas com o único intuito de me mexer.
Simplesmente não sei durante quanto mais tempo aguentarei isto! Será que ser dietista é assim tão importante para mim para ter que passar por isto tudo?
Porquê que é tão difícil escolher o curso certo? Será que algo dia vou ter a certeza do que realmente quero?
Porquê que sempre que eu decido estudar a sério, o meu vizinho de cima põe a música aos berros?!
O problema é que eu não me posso queixar, porque às vezes adoro fazer o mesmo!
Às vezes penso que não é este curso que vai conseguir completar-me e deixar-me feliz e orgulhosa, porque exige demasiado tempo, e deixa-me sem tempo para fazer o que realmente gosto: DANÇA. Porque nunca me canso de dançar, porque a dançar sou levada para outra dimensão, porque é a música que me preenche.
Ando cansada, sem tempo para fazer as coisas que mais gosto!
Ando, igualmente, chateada. Chateada porque ando sobrecarregada de trabalhos, e daqui nada, também começam as avaliações por frequência. Depois a minha sexta-feira livre tem sido ocupada, algumas vezes, com aulas extra, por causa de feriados...
Conclusão: saio de casa de manhãzinha e chego de noite, à hora do jantar, o fim-de-semana que devia ser de três dias, muitas vezes, é de dois e o tempo que preciso para dar resposta às exigências académicas não o tenho, assim como não tenho tempo para fazer coisas que gosto e que preciso, com por exemplo desporto.
E por estar chateada, hoje, quando cheguei a casa, jantei como se a comida fosse acabar amanhã, e fiquei ainda mais chateada, por reagir tão emocionalmente à comida.
Ah! E querem saber da melhor? Parece que ele finalmente começou a pensar em dar notícias. A semana passada ligou para a minha tia (com quem ele tinha bastante contacto, porque saíamos muitas vezes a 4: eu, ele, ela e respectivo namorado) e estava interessado em saber como é que andava, de modo a tentar perceber se era o momento certo para tentar uma reaproximação como amigo, sem que isso me fosse criar expectativas.
E sim! Pelos vistos não estava enganada... e ele não conseguiu seguir com a vida, deixando o passado para trás das costas, e parece que deixei saudade.
Agora, já eu... Nos últimos tempos estava a ser muito bem sucedida ao seguir com a minha vida. Estava cada vez mais mentalizada, que tinha de seguir em frente, sem ele...
E tudo isto veio baralhar-me! Se fiquei contente? Inconscientemente fiquei. Mas fiquei, sobretudo, receosa.
Não sei, se uma reaproximação, nesta altura, será positiva para mim. Não sei o que essa reaproximação poderá, ou não, trazer.
Já sabia lidar com os meus sentimentos de ultimamente, e já tinha arranjado forma de 'dar um jeito na minha vida'. Mas o que trará a reentrada dele na minha vida?
E se ele só quiser ser meu amigo? Mas dois meses de separação não é pouco para se tentar uma amizade, após três anos de namorado? E se ele se tiver a aproximar apenas, para ver se ainda poderá haver alguma coisa entre nós? E se um de nós perceber que quer voltar a investir na relação, e o outro quiser o contrário?
Entendem as complicações que uma reaproximação pode causar? Não seria mais fácil deixar que este silêncio continuasse a permanecer?
Até porque, por aquilo que a minha tia me contou da conversa que teve com ele ao telefone, eu já percebi que ele não mudou em nada, durante estes meses de separação. E ao que parece, os defeitos que mais me incomodam nele, continuam bem salientes, e eu não sei se saberei lidar com eles, novamente. E ele pelos vistos não os sabe alterar, porque pelos vistos estão intrínsecos na sua personalidade. Assim, como acho que ele me encontrará exactamente na mesma, com os mesmos defeitos e qualidades.
Contudo, ele e a minha tia têm um café pendente. E ele só agirá, depois disso... Até lá posso andar descansada, sem pensar muito, na melhor atitude a adoptar. Até pode ser que ele desista da ideia e não volte, mesmo, a contactar-me.
P.S. Peço desculpa, se houver alguma frase assim mais para o mal construída, mas é que ando mesmo cansada e nem consigo pensar direito. Razão pela qual, tenho postado muito menos. O cansaço rouba-me inspiração, e muitas vezes, prefiro não escrever a fazê-lo mal. Mas esqueço-me que agora fiquei um bocadinho famosa na blogoesfera e que tenho leitores assíduos que estranham a minha ausência.
Mas estejam descansados, que sempre que tenha forças, é aqui que venho partilhar os meus sentimentos, receios, expectativas, vivências e sonhos...
Já não sei o que é certo ou errado... O que é melhor ou pior...
Só precisava de um abraço sentido e de poder chorar até ficar cansada, nesse ombro capaz de me acolher!
Ontem, por acaso, não encontraram nenhuma bruxinha triste e perdida na noite, a vaguear na sua vassoura? Era eu!
Ando tão cansada. Cansada de mim, cansada dos outros, cansada do que me rodeia, cansada de tudo!
Não tenho vontade de fazer nada, só me apetece deitar-me na minha cama e permanecer ali, até que tudo à minha volta se torne um pouco mais agradável.
Estou triste e deprimida. A cada instante que passa, há uma mágoa crescente dentro de mim que está a tornar-se cada vez maior, que qualquer dia, já nem posso ouvir falar o nome dele. Porque do amor ao ódio é uns instantinho.
Tenho montes de coisas da faculdade para fazer, apontamentos em atrasado, trabalhos para entregar, avaliações a chegar, e eu continuo nesta inércia.
Precisava de mais tempo para mim, de tempo para arranjar as unhas, de tempo para me livrar destes pêlos, de tempo para percorrer o shopping... de tempo para me consquistar!
Depois da separação, eu lutei. Lutei para me tornar uma pessoa melhor, lutei para me sentir melhor comigo mesma, lutei para ter vontade de fazer coisas novas, até fiz coisas contra a minha vontade, só para me gabar de experiências novas.
Mas tudo isso parece-me em vão. A cada dia que passa, sinto-me mais cansada das pessoas, cada vez mais, sinto que não consigo adaptar-me à vida em sociedade.
Sinto necessidade de me isolar, de ficar sozinha, de me encontrar a mim mesma...
Só depois disso farão sentido as saídas em grupo, só depois disso fará sentido querer ter alguém ao meu lado...
Até lá... deixem-me sozinha, porque é assim que eu preciso de percorrer o meu caminho!
Eu sei que está nas minhas mãos inverter a situação, mas faltam-me forças e motivação! ![]()
P.S. Mesmo faltando forças e apesar de sentir a inutilidade dos meus esforços, ontem, pela primeira vez estiquei o cabelo, e fiquei realmente muito gira. Mas faltava uma coisa, e sabem o que? Ele poder apreciar como eu estava gira!
Há três anos atrás tinha a certeza que eras tu, o tal, o 'the one'.
Senti que me podia entregar a ti, sem que me viesse a arrepender mais tarde.
Tinha medo, estava nervosa e ansiosa, mas de uma coisa tinha a certeza, era contigo que eu queria avançar e conhecer a sensação de fusão corporal e emocional.
E assim foi! Pela primeira vez, entregámo-nos um ao outro, e experimentámos novas sensações, nunca antes sentidas.
Era noite. Era noite de Halloween. Era noite de Lua Cheia. Foi a nossa noite mágica.
Lembro-me que nessa noite passeámos na praia, lembro-me de olhar a Lua Cheia, lembro-me de encontrar o brilho no teu olhar, lembro-me que estava feliz, lembro-me que estava confusa e não sabia muito bem o que ia dentro de mim e lembro-me, sobretudo, do quanto estávamos tão bem juntos.
Por coincidência, ou não, hoje reparo, que depois desse ano, acabámos por passar sempre a noite de Halloween juntos, em que depois da festa, nos entregávamos um ao outro, e adormecíamos juntinhos.
Hoje, tu não estás. E eu estou especialmente melancólica, porque de há um mês para cá (depois de ter perdido), é que me apercebi como este dia tem sido sempre especial para nós.
E, hoje à noite, vou sair à rua, novamente numa noite de Lua Cheia, mascarada de bruxa, mas vai faltar uma parte de mim, porque tu não estás mais presente.
Fazes-me falta!
apanhar gripe A e morrer?
Como te sentirias sabendo que nunca mais irias ter oportunidade de falar comigo?
Porque o custa mais, é aceitar que deixei de ser importante na vida dele, e que provavelmente passei a ser apenas mais uma que se cruzou no seu caminho...
Porque eu não sei sentir dessa forma. Não sei ser igual! Porque para mim as pessoas têm significados infinitos...
Porque a maior dor aparece quando ponho a hipótese de tu nunca mais me procurares, nem que seja com a intenção de beber um café. Apesar de achar que não estou preparada para te voltar a encarar, iria saber bem, sentir que ainda queres saber de mim.
I'm runnin around baby
I'm runnin around without you baby
I'm runnin around all over town
But I look everywhere and no one compares
Because nothing's as good if I'm without you
Colbie Caillat - Runnin'Around
Um sonho de blogs
Perder Peso Não é um sonho. Palavra de ex-obesa!
Optimistas são pessimistas mal informados
Uma alimentação saudável, para uma vida saudável
Marleon - Um blog pessoal e mais nada
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